Eveline Jannarelli
A avaliação da estrutura necessária para o desenvolvimento de uma empresa é um ponto constantemente questionado pelos empresários. Será que precisamos colocar um gerente nesta área ? Quais funções posso repassar para um terceiro e quais devo ter dentro de casa ?
Ao acompanharmos os noticiários em jornais e nas revistas de negócios, observamos que a demanda por serviços terceirizados vem crescendo, principalmente após a crise econômica. Fortes movimentos de reduções nos quadros de colaboradores têm gerado aumento na procura pela prestação de serviços especializados fora da empresa.
Ao se delegar algumas funções para empresas terceirizadas, ganha-se maior flexibilidade para ajuste da estrutura operacional a novos níveis de demanda. Além disso, em um processo de terceirização adequado, as empresas prestadoras de serviço possuem larga experiência na sua área de atuação, possibilitando a transferência de conhecimento para a organização.
É assim que trabalham os profissionais da Oficina da Estratégia.
Uma consultoria especializada em planejamento estratégico, que atua como extensão da área de marketing das empresas. Com alto comprometimento em resultados e total engajamento com as atividades do cliente, a Oficina da Estratégia executa o planejamento de marketing da empresa e se encarrega de acompanhar o seu desdobramento. Da análise de mercado e definição de posicionamento até o desenho do plano de comunicação alinhado aos objetivos da empresa, a Oficina da Estratégia otimiza os investimentos do cliente, garantindo a construção de uma marca sólida e consistente.
Para apoiar todo o processo de planejamento, a Oficina da Estratégia oferece ainda, projetos em pesquisa e treinamentos em marketing e vendas. A estruturação de processos de pesquisa garante à organização um conhecimento sistemático da sua atuação no mercado frente aos principais públicos de relacionamento. Já os nossos treinamentos possibilitam que a organização aprenda novos conceitos e sua aplicação no dia-a-dia da empresa, garantindo que o conhecimento seja efetivamente internalizado.
Ao contratar os serviços da Oficina da Estratégia o cliente ganha em qualidade, eficiência e na otimização de seus custos. E nós ganhamos um amigo que poderá contar com o mais alto profissionalismo na gestão de seus recursos de marketing e comunicação.
30 de Março de 2009 às 10:56
admin
Texto adaptado da reportagem Liderança em Crise da revista HSM Management (Vol 1 Jan-Fev 2009)
Por Taynã Bonifácio
Em momentos de crise, a inteligência pura não é nem de longe tão importante quanto à capacidade de ser equilibrado, livre de ansiedade, autoconsciente e empático.
O termo Inteligência Emocional (estabelecido na psicologia contemporânea pela abreviação IE) vem sido discutido ao longo dos últimos anos. E em momentos de crise, como a atual situação da economia mundial, ele ganha força. Daniel Goleman, psicólogo de Harvard e autor do best-seller Inteligência Emocional, popularizou o conceito em meados dos anos 1990. Ele tem trabalhado com líderes corporativos desde então, para mostrar como um coração tranqüilo e uma cabeça equilibrada podem levar a um desempenho melhor. Ser um ‘cara durão’ não é mais uma estratégia vencedora nas empresas.
No modelo de Goleman, a inteligência emocional envolve quatro competências: autoconhecimento (reconhecer um sentimento assim que aparece), autogestão (manter a calma em situações estressantes e não familiares), consciência social (empatia, consciência organizacional e orientação no sentido do serviço) e gerenciamento dos relacionamentos (comunicação eficiente, influência e desenvolvimento dos outros). Cada um dos quatro domínios deriva de mecanismos neurológicos, todos diferentes um do outro e das habilidades puramente cognitivas que são medidas pelos testes de quociente intelectual (QI). Mesmo que a maturidade emocional não seja tão importante quanto o QI, é forte indício de competência em liderança.
A IE pode ser aprendida (isso a diferencia do QI, que geralmente é visto como estático nas pessoas desde o nascimento). Um indivíduo consegue adquirir competência, estabilidade e autocontrole ao longo do tempo; o primeiro passo é prestar atenção regularmente às sutilezas latentes em conversas triviais. Daí vem o valor do coaching executivo, que pode funcionar como um espelho e estimular a consciência emocional e social.
Como pessoas inteligentes e bem-educadas competem por cargos de alto nível, todas elas demonstram a mesma base de capacidades cognitivas qualificatórias. Apenas suas qualidades emocionais podem distingui-las. Além disso, baixos níveis de empatia e má autogestão costumam não ser notados em muitas organizações até que esses indivíduos ascendam a posições de liderança – e então criem a atmosfera destrutiva que derrubará o desempenho de todos.
As pessoas podem mudar, não controlando ou suprimindo suas emoções, mas tornando-se conscientes delas. Muitas práticas de plena atenção envolvem meditação. Já as empresas podem mudar estimulando a consciência do mundo em larga escala. Segundo Goleman, corporações e organizações serão mais poderosas e bem-sucedidas apenas quando as pessoas que trabalham nelas puderem se tornar coletivamente mais sensíveis ao impacto de suas ações.
A linha de pesquisa mais recente de Goleman aborda a crise de responsabilidade que acredita estar sendo enfrentada pelas empresas. Segundo ele, as empresas vão precisar tomar decisões estratégicas com base na hipótese de que as pessoas saberão as conseqüências de tudo o que fazem. Companhias experientes converterão esses desdobramentos em seu favor, prevê ele, ao usar a tecnologia para aumentar a consciência das próprias operações. E isso, por sua vez, exigirá alguma inteligência emocional dos executivos que quiserem fazer a transição até aí.
Ou seja, Inteligência Emocional ainda é um tema recente, todavia empresas e líderes devem começar a se envolver com esse assunto caso queiram sobreviver num futuro em que novos temas, como sustentabilidade e responsabilidade social, ganham força.
10 de Março de 2009 às 16:27
admin